Drogas: Um sério desafio

7 Outubro 2008  |  Publicado por Editor BRAHA em Drogas Psicoativas


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A dependência química de maneira surpreendente e assustadora a medida que o tempo passa. Grande parte da população torna-se alvo direto desse problema, independente do sexo, idade, classe social, cultura – a drogadição tornou-se um fenômeno de massa, a nível mundial.

O uso entre os estudantes de 1o e 2o graus, é preocupante, e a Escola não está preparada para enfrentar esse problema. 

O indivíduo, que por inúmeros motivos recorre ao uso das drogas, não está envolvido de maneira isolada, pelo contrário, acaba por comprometer também as pessoas que o cercam: sua família, seus amigos. Todos sofrem os danos que a dependência irá causar, seja em maior ou menor grau. 

A drogadição encontra-se presente em vários contextos, que a princípio parecem estar protegidos como a família e a escola. O problema aparece nas melhores famílias e nas melhoras escolas e universidades. Na maioria das vezes pais e professores custam a tomar conhecimento do que realmente está acontecendo com o jovem. Presenciamos muitos fatos nos quais a família e a escola negam com muita resistência a realidade que mostra a dependência das drogas acontecendo de modo cada vez mais rápido e precoce.  É de se esperar que a negação e a resistência, entre tantas outras defesas, sejam apenas uma primeira reação e que esses sentimentos possam modoficar-se com o tempo, pois fazer de conta que está tudo bem, que nada de mal está acontecendo, só se agrava a situação. 

É preciso que a família, a escola e a sociedade como um todo assumam uma postura adulta, amadurecida, crítica e de ação frente a problemática da drogadição.
Torna-se necessário haver coerência e linhas firmes de trabalho, seja no campo da prevenção, seja no campo da recuperação. A prevenção deve ser trabalhada muito cedo, no seio familiar. Quanto se fala em prevenção, pensa-se em qualidade de vida, no exercício pleno de valores, da ética e da cidadania. Pensa-se em afetividade em infomação correta e em conscientização. É preciso ensinar a pensar, a escolher, a ter espírito crítico.

Apesar do processo de recuperação ser muito sofrido e difícil, é importante salientar que com muito trabalho, dedicação e afeto, consegue-se resultados extremamente positivos, ou seja, pessoas que chegaram ao “fundo do poço” conseguem recuperar a saúde mental e física, reintegrando-se à sociedade. 
Porque então se fechar, ter medo e vergonha? Vamos aceitar esse desafio, e vamos nos salvar nossos jovens. 

Fonte: Grupo Amor Exigente; de Marília, SP


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